Descrição
PONTO CEGO
Uma estrada escura. Dois homens. Um silêncio pesado demais.
Eles acham que ninguém viu. Acham que vão conseguir. Mas quando o carro para no meio da estrada de terra, no interior de São Paulo, não há mais volta.
— “Tem certeza que ninguém viu quando você colocou no carro?”
A pergunta é feita. A resposta não convence. O que está no porta-malas é um segredo que nenhum dos dois quer pronunciar em voz alta. Paranoia e culpa caminham lado a lado com cada buraco da estrada.
Entre o que foi feito e o que ainda está por acontecer, existe um ponto cego – onde a verdade não pode ser vista, apenas intuída.



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